Repercussão do Post sobre Tatuagem!

10 Set

Olá! há quanto tempo eu não escrevo aqui, não é mesmo?
Mas voltei pois recebi um e-mail do wordpress com vários comentários pendentes de aprovação sobre o post de Tatuagens.

Eu aceitei a todos, porque acredito que devemos respeitar qualquer tipo de opinião, porém teve um deles que mostrou totalmente o contrário:

Enviado em 11/01/2009 às 18:22
joao - jjvedovelli@yahoo.com.br
“eu acho que as tatuagens esta ligado diretamente a rebeldia de pessoas quesao avesso ao que e descente, na maioria das vezes sao pessoas dissimuladas que querem passar por cima de tudo que acham que sao as tais que so vao pelo embalo dos outros, depois a tatuagem parece mais uma lepra na pele, parece uma doença na pele coisa horrivel, que nojo, e tipico de grupos de drogados e marginais.”

É uma pena ver que ainda existem pessoas ignorantes capazes de tal pensamento e sentimento.

Porém tivemos também alguém que não discorda de empresas que discriminam tatuados mas que foram muito mais educados e racionais, como segue:

Enviado em 02/04/2009 às 13:32
Beto Luchi - beto_luchi@hotmaiil.com
“Escolher é um direito das pessoas. Não podemos julgar uma pessoa em razão da tatuagem, mas condenar empresas que dependem de vender seus produtos a uma clientela que pode ou não ser preconceituosa não me parece algo correto. Afinal, todos os dias tomamos decisões em função de nossos sentidos e, eventualmente, escolhemos este ou aquele restaurante porque as garçonetes (ou garçons) são belas e simpáticas, escolhemos esta ou aquela boate pelo público que frequenta. Para mim, pessoalmente, não acho piercing e tatuagens algo atraente, para outros, porém, pode ser algo sensacional… Então, em função do produto que vende e do público que atende, acho justo o empregador decidir se aceita ou não este tipo de adorno exposto em seus empregados.”

E vendo por este ângulo o Beto realmente tem razão, nós escolhemos restaurantes pela aparência, assim como um médico…
Mas o problema está em as pessoas relacionarem a tatuagem com algo sujo, porco, “do mal”. E não é bem assim.

Uma tatuagem não pode ser comparado à falta de higiene, não pode ser comparado a falta de caráter, não pode ser comparado a algo ou alguém que deve ser evitado.

É a mesma coisa de você discriminar alguém pela cor de pele, pela opção sexual ou pela religião.

O preconceito ainda é muito presente e talvez demore anos e anos para que todos possam se tratar com respeito, aceitar as diferenças e viverem em paz. Mas por mais que demore, e assim como sempre existirá alguém para condenar, sempre existirá alguém para defender e lutar por igualdade.

Viva a liberdade de expressão, mas acima de tudo VIVA O RESPEITO!.

My Profile

13 Mar

Estou começando hoje a escrever do meu jeitinho o que realmente está se passando comigo, é como um treinamento para minha futura área da vez: Jornalismo.

Eu comecei o curso, mas estava super caro e eu parei, adorei as aulas que eu tive, assim como adorei as de Publicidade, mas parece que essa pessoa interior que é curiosa, que tem paixão por descobrir fatos novos, é um pouco intrometida, uma repórter que me persegue, quem sabe não é esse o meu destino?. É claro que eu preciso aprender mais sobre redação jornalística, mais sobre política (que eu deteeestoooo), mas eu acho o máximo fatos sobre coisas sobrenaturais, é sério! UFO’s, atividades espirituais, é shooowww!!! hahahah… Ah… Eu também tenho que parar de escrever palavras com letras repetidas como se estivesse gritando, e diminuir as reticências.

Então que tal começar falando quem eu sou, o que faço do meu dia-a-dia, meus sonhos, problemas, expectativas, enfim, pela primeira vez escrever mesmo sobre a minha pessoa.

Ok, meu nome é Natalia Castellano Domingos, nascida no dia 27 de Janeiro de 1986, portanto tenho 22 anos nesta data, sou filha de pais separados, a Ritinha e o Carlão, tenho um irmão chamado Caio, um garoto problemático no auge dos seus 18 anos, moro com meu namorado Ronaldo, um rapaz muito gente boa que eu conheci no 3º ano do colegial, bem o ano em que eu achei que ia galinhar muito, fazer a festa e ele me pescou de jeito, moramos na casa dos fundos que existe no terreno da minha avózinha Inês e do avôzinho Angelin que moram na casa da frente. Trabalho como recepcionista em uma Multinacional de consultoria chamada Accenture, terminei o colegial, fiz um semestre de Jornalismo e outro de Publicidade, ainda estou confusa sobre qual dos dois irei continuar a fazer, mas essa coisa de mexer na história está me atraindo mais, apesar de humildemente declarar que tenho uma certa intimidade com Design, por isso escolhi Publicidade, para trabalhar na área de criação, mas sabe, eu me vejo com um all-star, calça jeans, camisetinha, e uma mochila de lado indo atrás de histórias de pessoas, furos, reportagens, eu consigo me ver fazendo isso, mas não consigo me ver numa empresa sentada com alguns subordinados decidindo uma nova estratégia para criarmos uma campanha bombástica para certo cliente elevando o lucro da empresa, realmente não consigo, tenho idéias de campanhas, é ótimo isso, mas sei lá, estranho, complicado.

Bom, vou tentar prestar pra Cásper Líbero no ano que vem, é uma das melhores de Jornalismo, vamos ver o que dá.

Ah, esqueci de falar dos meus filhos, tenho muitos bixinhos, o Luke (Cachorro), a Luna (Gata), o meu preto sem-vergonha que é o Amun (Gato) e, é claro, meus peixinhos que são 6 agora, e tem também a Lilica que era minha, mas minha avó seqüestrou .

Eu amo: Filmes (tenho uma coleção de DVDs); Música; Séries de TV (One Tree Hill, Roswell, Buffy entre outras); Dançar; Cantar (me acabo no karaokê); animais de estimação (se eu pudesse pegava todos); andar de moto (eu pilotando, claro, morro de medo de andar com outras pessoas); nadar (amo praia, piscina, tanque, qualquer coisa que tenha água); amo minha família; amo meus amigos; amo essa minha vida turbulenta que eu odeio de vez em quando.

Eu odeio: Pessoas muito intrometidas, mentirosas, falsas; maltrato aos animais; água com gás; quando fazem mal a alguém que eu amo; amor não correspondido; me iludir; depressão; lavar louça; passar roupa; briga; ficar doente; morte de alguém querido; chuva; levantar cedo; sair tarde do trabalho; balada chata; trocinho vindo em cima e mais…

Bom, já falei bastante coisa por hoje. Quem sabe quando eu chegar em casa eu escrevo mais, se não, só amanhã mesmo. Beijinhos.

UFOs Rondam a Amazônia

13 Mar

Militares brasileiros empreenderam operações oficiais de pesquisas ufológicas na floresta

Equipe UFO

Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima. Este é o nome do primeiro oficial de nossas Forças Armadas a vir a público falar sobre impressionantes atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Conhecido

por todos como Hollanda, o coronel reformado da Aeronáutica, ainda quando era capitão, comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na
Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Por determinação do comandante do 1º Comando Aéreo Regional (COMAR), de Belém (PA), Hollanda estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se tem notícia em nosso país – e provavelmente um dos poucos no mundo.

Logo após conceder esta entrevista à Revista Ufo, antes mesmo de vê-la publicada, o militar se suicidou. Sua morte causou grande polêmica, tanto quanto suas extraordinárias revelações. Foram

elas, em grande parte, que motivaram a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) a iniciar a campanha UFOs: Librdade de Informação Já.


Edição 114,
julho de 2004.

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Ver outras edições
da Operação Prato

Nada mais justo que publicar, uma versão reeditada da histórica entrevista de Hollanda à Ufo, feita em 1997 e veiculada nos números 54 e 55, que circularam nos meses de outubro e novembro daquele ano. Seu conteúdo é chocante e mostra duas coisas com excepcional clareza: primeiro, a que ponto a Força Aérea Brasileira (FAB) chegou em sua determinação de conhecer o Fenômeno UFO, através de uma equipe de militares. Segundo, a coragem do chefe de tal equipe em empreender uma operação inédita e arriscada, mas que foi coroada de êxitos – que, infelizmente, são do conhecimento de pouquíssimos brasileiros. Hollanda era um militar ímpar, homem de fibra e resolução, que talvez tenha sido o único do mundo a passar pelas experiências que viveu na Floresta

Amazônica – justamente no comando de um programa oficial, e não de uma aventura qualquer. Homem extremamente objetivo, impressionantemente culto e com vívida memória de inúmeros episódios de sua carreira militar – especialmente em relação à Ufologia –, Hollanda recebeu a Revista Ufo em seu apartamento em Cabo Frio, litoral do Rio de Janeiro, para uma longa e proveitosa entrevista, em junho de 1997. Das 48 horas em que o editor A. J. Gevaerd e o co-editor Marco Antonio Petit passaram em sua residência, colheram uma valiosíssima quantidade de informações ufológicas inéditas e assustadoras. Sua atitude de quebrar um silêncio militar de 20 anos sobre o assunto não se deu por acaso.

Revelação e repreensão

Hollanda confessou que acompanhava discreta mas entusiasmadamente as atividades da Ufologia Brasileira desde o surgimento de Ufo, em 1985. Já naquela época, oito anos após a realização da Operação Prato, e ainda com memória fresca sobre os inúmeros casos ufológicos que viveu, a então revista Ufologia Nacional & Internacional, antecessora de Ufo, recebeu de uma fonte confidencial ligada à Aeronáutica uma série de fotos de naves alienígenas que teriam sido tiradas pela FAB, na Amazônia. Pouco ou nada, além disso, sabíamos sobre esse material, mas mesmo assim o publicamos.

Sabíamos na época, e Hollanda depois nos confirmou – que eram fotografias secretas, obtidas oficialmente pelos militares que compunham a Operação Prato. Esse material tinha que ser publicado a todo custo, para que a Comunidade Ufológica Brasileira soubesse de sua existência, mesmo que isso pudesse trazer problemas legais para a revista. E trouxe: tal atitude resultou em repreensão do editor da revista por um certo comando militar. De qualquer forma, as fotos e um texto sobre o pouco que

Sede do 1º Comando Aéreo Regional, em Belém do Pará. Desta instalação saiu a
primeira pesquisa dos UFOs
na amazônia, que lançou
vários militares frente
a frente com as naver

sabíamos na época a respeito da operação foram publicados. Evidentemente, os oficiais que integraram a operação não apreciaram tal fato, em especial o comandante do
1º COMAR, que havia determinado a criação do projeto e estabelecido que o mesmo fosse mantido em segredo. Mas nenhum militar foi punido em razão da publicação daquele material em Ufologia Nacional & Internacional, pois nunca se soube quem era nossa fonte de informação. Não era Hollanda, ao contrário do que muitos pensaram.
Apesar das dificuldades inerentes a uma revelação como aquela, nos primórdios de nossa trajetória, nossos leitores tomaram conhecimento de que uma missão de investigação oficial de objetos voadores não identificados, conduzida pela FAB, foi realizada na Amazônia em sigilo, resultando em experiências diversas vividas pelos militares envolvidos e na confirmação não só da realidade do fenômeno em si, mas também de sua origem extraterrestre. Nem o próprio Hollanda, que não conhecíamos na época, chegou a se irritar com a publicação do material, pois julgou importante que todos soubessem dos fatos, como admitiu anos depois, na entrevista que daria à Revista Ufo, em 1997. “A publicação fez seu papel, doa a quem doer. Tem gente que não gostou, é claro. Mas, assim como eu, vários outros militares acharam que a medida foi acertada”, disse Hollanda ao editor Gevaerd.

Alguns meses depois, já baixada a poeira, Hollanda, ainda com patente de capitão, passou a acompanhar as edições da revista, discretamente, constatando de longe a seriedade do trabalho desenvolvido pela Equipe Ufo. Nosso interesse por informações mais detalhadas sobre a Operação Prato nos levou a contatá-lo em Belém, em 1988, em seu posto no 1º COMAR. O capitão nos recebeu com formalidade, mas amigável. Evidentemente, não pôde nos dar os dados que buscávamos, mas notou nossa insistência em ver o assunto disseminado através da publicação. Por isso, tentamos ainda um novo contato no início dos anos 90, já no Rio de Janeiro, quando o oficial estava em vias de se aposentar. Nessa ocasião, num encontro casual, trocamos algumas idéias sobre o Fenômeno UFO, mas nada mais consistente. Ainda não seria dessa vez que teríamos conhecimento dos detalhes das descobertas da FAB na Amazônia.

A hora certa chegaria em junho de 1997, por iniciativa do próprio Hollanda, motivado por uma reportagem que assistira no programa Fantástico. Numa matéria específica sobre o sigilo imposto aos discos voadores pelos governos – especialmente no Brasil –, o

editor de Ufo declarou fatos sobre a Operação Prato e mostrou alguns poucos documentos que a equipe tinha na época. Na segunda-feira imediatamente após o programa ter ido ao ar, Hollanda, já na reserva, viu que era hora de quebrar o silêncio.

Missão cumprida

Aposentado desde 1992, ele nos telefonou para elogiar a atuação da revista e para retomar o contato e colocar-se à nossa disposição. Disse que já havia passado bastante tempo desde a operação, e que julgava ter chegado a hora de romper o silêncio. “Estou na reserva, cumpri minha missão para com a Aeronáutica. O que

eles podem me fazer? Prender? Duvido!”, disse, quando questionamos sobre a possibilidade dele sofrer punições de seus superiores quanto à atitude de nos revelar os fatos.

A decisão de Hollanda era corajosa e absolutamente sem precedentes na Ufologia Brasileira. Nunca, em momento algum, um militar tinha tomado tal resolução. Assim, com seu consentimento, colocamos o repórter e editor do Fantástico Luiz Petry e a jornalista Bia Cardoso, da Manchete, em contato com ele. Esses profissionais foram os primeiros a chegar em Cabo Frio e entrevistar Hollanda. Com isso, cumpríamos nossa obrigação de informar à imprensa fatos significativos dentro do mundo ufológico. Tínhamos consciência de que, por mais que pudéssemos – e fôssemos tentados – a guardar para a Revista Ufo a exclusividade de tais informações, numa espécie de “furo” mundial de reportagem, não tínhamos esse direito. Ufo tinha, sim, a obrigação de dar todos os detalhes, todas as minúcias ao seus leitores. Mas a imprensa precisava levar tais fatos, ainda que de maneira bem mais reduzida, à toda população. Seguindo esse mesmo princípio, a publicação consentiu que a entrevista que fez com Hollanda fosse inúmeras vezes reproduzida em revistas e sites da internet, em todo o mundo.

Mais do que um entrevistado, Hollanda transformou-se num querido amigo de vários integrantes da Equipe Ufo e aceitou, sem vacilar, o convite que formulamos para vir a ser um dos consultores da publicação, o que não chegou a se efetivar em razão de seu suicídio. Experiência não lhe faltava, pois, em seus quatro meses de

Operação Prato, além de muitos outros passados na selva em missões onde o Fenômeno UFO estava presente, teve a oportunidade não apenas de conhecer detalhes íntimos sobre o assunto, mas de viver pessoalmente dezenas de espetaculares experiências com objetos enormes e à curta distância.

Naves de 30 andares

Hollanda se recorda dos detalhes de ocorrências assustadoras passadas na selva, onde avistou diversos UFOs, desde “objetos cilíndricos do tamanho de prédios de 30 andares, que se aproximavam a não mais do que 100 m de onde estava”, disse, até as enigmáticas e onipresentes sondas ufológicas. Na época em que o entrevistamos, Hollanda estava casado pela segunda vez e vivendo uma vida pacata de aposentado em Cabo Frio, após 36 anos de atividade militar – nos quais desenvolveu funções que vão desde chefe do Serviço de Intendência do 1º COMAR a comandante do Serviço de Operações de Informação (A2) e coordenador de Operações Especiais de Selva.

Hollanda era um homem realizado – poucos tiveram a vida que ele teve. E era bastante franco também. “Gevaerd, a Operação Prato tinha o objetivo de desmistificar aqueles fenômenos na Amazônia. Eu mesmo era cético a respeito disso”, disse, logo no princípio da entrevista, informando que ele fora designado por conhecer como nenhum outro militar a região afetada. “Mas depois de algumas semanas de trabalho na área, quando os UFOs começaram a aparecer de todos os lados, enormes ou pequenos, perto ou longe, não tive mais dúvidas”, desabafou, admitindo que se convenceu da realidade dos fatos na Amazônia.

É esse incrível personagem, agora eterna referência na Ufologia, quem deu a maior contribuição que essa disciplina receberia em nosso país, em mais de cinco décadas de atividades. Porém, a Comunidade Ufológica Brasileira mal chegou a conhecer o homem a quem passou a dever tanto desde junho de 1997, quando ele resolveu romper o sigilo. Quatro meses depois, em 02 de outubro, o coronel Uyrangê Hollanda cometeu suicídio. Tinha feito outras três tentativas anteriores, pois era vítima de depressão – sendo que, da última, adquiriu um problema na perna que o levara a andar mancando. O coronel deixou filhos de seus dois casamentos, em Belém e no Rio de Janeiro.

Hollanda foi-se desse mundo sem saber que enorme benefício o causara. Talvez, se a primeira parte de sua entrevista tivesse sido publicada um pouco antes, ele se sentiria menos deprimido ao ver o respeito com que seus depoimentos e sua coragem foram tratados na Revista Ufo.

Infelizmente, por problemas inerentes a uma publicação de circulação nacional, a entrevista com Hollanda só pôde ser divulgada na edição 54, de outubro de 1997, indo às bancas no dia 12 daquele mês – precisamente 10 dias após seu falecimento. Já não havia mais tempo de parar as máquinas gráficas para incluir, na edição, a triste nota. Ela teve que ser publicada junto da segunda parte do material, na edição 55, de novembro. “Carrego comigo até hoje a impressão de que, se tivesse conseguido publicar a entrevista pelo menos uma edição antes, em Ufo 53, Hollanda, ao ver o que escrevi a seu respeito e a contribuição que estava dando à Ufologia Brasileira, não teria tirado sua vida”, declara o editor Gevaerd. Lamentavelmente, a história não pode ser mudada.

Fonte: http://www.ufo.com.br/amazonia/

Well, The book is on the table…

11 Mar

aaaaiiii aaaaiiii…

Ontem fiquei ruuuiiimmmm, dor de estômago, dor no peito, dor de cabeça, enjôo, diarréia, nossa senhora…

Mas hoje estou melhor, não 100 %, mas melhor!. Ainda dói o estômago e a cabeça que ainda me assombram, mas tá valendo.

Aaaahhhh estou cada vez melhor na motoca, arrasando! hahahaha. É uma delícia aquilo, pegando ruas e avenidas movimentadas como Ricardo Jafet, Avenida Jabaquara e mais… hahaha.

Aaaiiii que vontade de comer doce, ovo de páscoa crocante, um chocolate qualquer, doceeee… aaaaahhhh que vontade, o gosto está na boca…

Bom, chega, já escrevi muita coisa inútil por aqui, então vamos parar por hoje!.

Bjus

Misery Business

26 Fev

I’m in the business of misery
Let’s take it from the top
She’s got a body like an hour glass
That’s tickin like a clock
It’s a matter of time before we all run out…
When i thought he was mine
She caught him by the mouth

I waited eight long months
She finally set him free
I told him i couldn’t lie
He was the only one for me

Two weeks and we had caught on fire
She’s got it out for me
But i wear the biggest smile

(chorus)
Whoa… i never meant to brag
But i got him where i want him now
Whoa… it was never my intention to brag
To steal it all away from you now
But god does it feel so good
Cause i got him where i want him now
And if you could then you know you would
Cause god it just feels so
It just feels so good.

Second chances they don’t ever matter,
People never change
Once a whore you’re nothing more
I’m sorry, that’ll never change
And about forgiveness,
We’re both supposed to have exchanged
I’m sorry honey, but i’m passing up,
Now look this way

Well there’s a million other girls
Who do it just like you
Looking as innocent as possible to get to who
They want and what they like
It’s easy if you do it right
Well i refuse, i refuse, i refuse!

(chorus)

Whoa… i never meant to brag
But i got him where i want him now
Whoa… it was never my intention to brag
To steal it all away from you now
But god does it feel so good
Cause i got him where i want right now
And if you could then you know you would
Cause god it just feels so
It just feels so good.

I watched his wildest dreams come true
Not one of them involving you
Just watch my wildest dreams come true
Not one of them involving…

Whoa… i never meant to brag
But i got him where i want him now…

(chorus)

Whoa… i never meant to brag
But i got him where i want him now
Whoa… it was never my intention to brag
To steal it all away from you now
But god does it feel so good
Cause i got him where i want him now
And if you could then you know you would
Cause god it just feels so
It just feels so good.

Tradução – Negócio da Miséria

Estou no negócio da miséria
Vamos tomar do começo
Ela tem um corpo em forma de ampulheta que está
batendo
como um relógio
É uma questão de tempos antes que todos nós expiremos
Quando eu pensei que ele era meu,
ela o pegou pela boca

Eu esperei por longos 8 meses
Ela finalmente o libertou
Eu disse a ele que eu não posso mentir,
que ele era o único para mim
Duas semanas e nós pegamos fogo
Ela tirou isso de mim
Mas eu vesti o maior sorriso.

REFRÃO:
Whoa… Eu nunca quis me gabar
Mas eu o tenho ele onde eu quero agora
Whoa… Nunca foi minha intenção me gabar
Roubar tudo de você agora
Mas, Deus, isso é tão bom
Porque ele está onde eu quero agora
E se você pudesse, então você sabe que faria
Porque, Deus, isso é tão
Isso é tão bom

Segundas chances, elas nunca importam,
as pessoas nunca mudam
Uma vez uma vagabunda, você não é nada mais,
Desculpe-me, isso nunca vai mudar
E sobre perdão, supostamente ambos teríamos que trocar
Desculpe-me, querida, mas eu estou passando por cima,
agora olhe por este lado
Bem, há um milhão de outras garotas que fazem o mesmo que você
Parecendo o mais inocente possível para pegar quem
elas querem e o que elas gostam
É fácil se você fazer direito
Bem, eu me recuso, eu me recuso, eu me recuso

Whoa… Eu nunca quis me gabar
Mas eu o tenho ele onde eu quero agora
Whoa… Nunca foi minha intenção me gabar
Roubar tudo de você agora
Mas, Deus, isso é tão bom
Porque ele está onde eu quero agora
E se você pudesse, então você sabe que faria
Porque, Deus, isso é tão, isso é tão bom…

Eu assisti aos mais selvagens sonhos dele se tornarem
realidade
Nenhum deles envolvendo você
Apenas observe meus mais selvagens sonhos se tornarem
realidade
Nenhum deles envolvendo…

Whoa… Eu nunca quis me gabar
Mas ele está onde eu quero agora

Whoa… Eu nunca quis me gabar
Mas eu o tenho ele onde eu quero agora
Whoa… Nunca foi minha intenção me gabar
Roubar tudo de você agora
Mas, Deus, isso é tão bom
Porque ele está onde eu quero agora
E se você pudesse, então você sabe que faria
Porque, Deus, isso é tão, isso é tão bom…

Uma Semana Muito Triste…

22 Fev

Nesta segunda meu querido avô José faleceu.

Um touro, mais saudavel que toda a familia junta teve um infarto fulminante, e de nenhuma forma conseguiriam salvá-lo. Era a sua hora, não tem como mudar, mas tanta saudade vai deixar.

Era uma pessoa tão alegre, sorridente, era engraçado até quando estava nervoso, era ingênuo, era humilde, simples e generoso, era um grande avô, era um grande ser.

Aqui eu deixo a minha homenagem a esse Tictha chato pra burro, que irritava a gente mas que a gente ama de paixão, e vai amar pra sempre.

Te Amo Vô, Muito Mesmo!

Vo Jose

Quem é vivo aparece…

15 Fev

Pois é…

Sumi um pouquinho, essa semana foi muito agitada aqui no serviço, não deu tempo pra nada.

Maaasss… Agora estou aqui para dizer que a motoca chegou, já aprendi a andar, agora preciso treinar em uma que tenha embreagem ra poder tirar a minha carta, pois a Biz tem marcha mas não tem embreagem.

Mais: peguei mais uma filha, uma gatinha linda que eu dei o nome de Luna, que no começo não estava agradando o Amun, mas agora são melhores amigos.

E só… por enquanto…

Vorrrrteeeeiii…

7 Fev

Fugi pro Paraná, estado da terra vermelha, do pessoal que puxa o “R” e é chegado numa loirinha gelada.

 Foi Muito Bom ficar com o Mozi, viajar pro Sitio, brincar com patinhos, porquinhos, gatinhos, cachorrinhos, muuuitos bixos, pernilongos, alergias, machucados, tudo uma delícia! hauhauahuha…

Bom, é isso, vortei pra ficar, por um bom tempo!

 Beijos

Novidades…

1 Fev

Nº 1: Minha Motoca Chegoooooooouuuuuuuuuu, na loja, mas eu deixei lá mesmo, pois como serão eles que vão fazer a documentação, colocar a placa e tudo o mais, só vai ficar pronta no final da semana que vem, então eu prefiro deixar lá que é mais seguro e dá menos trabalho.

Nº 2: Cortei o bêêêêlooooo!!!! Chanel… um pouquinho mais comprido na parte da frente… Ficou bonitinho até, vou postar fotinho.

 Meu cabelo novo!

Então é isso.

Beijos.

Tired…

31 Jan

Ééééé… bastante cansada… mas ansiosa!!! Minha motinhooo, falta pouco, falta pouco… Aaaahhhhhhhhhh… não vejo a hora!!!

Já vou treinando em alguma outra… preciso tirar logo essa carta!

Bom… é isso…

Tchau.

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